Oración , Preghiera , Priére , Prayer , Gebet , Oratio, Oração de Jesus

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CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA:
2666. Mas o nome que tudo encerra é o que o Filho de Deus recebe na sua encarnação: JESUS. O nome divino é indizível para lábios humanos mas, ao assumir a nossa humanidade, o Verbo de Deus comunica-no-lo e nós podemos invocá-lo: «Jesus», « YHWH salva» . O nome de Jesus contém tudo: Deus e o homem e toda a economia da criação e da salvação. Rezar «Jesus» é invocá-Lo, chamá-Lo a nós. O seu nome é o único que contém a presença que significa. Jesus é o Ressuscitado, e todo aquele que invocar o seu nome, acolhe o Filho de Deus que o amou e por ele Se entregou.
2667. Esta invocação de fé tão simples foi desenvolvida na tradição da oração sob as mais variadas formas, tanto no Oriente como no Ocidente. A formulação mais habitual, transmitida pelos espirituais do Sinai, da Síria e de Athos, é a invocação: «Jesus, Cristo, Filho de Deus, Senhor, tende piedade de nós, pecadores!». Ela conjuga o hino cristológico de Fl 2, 6-11 com a invocação do publicano e dos mendigos da luz (14). Por ela, o coração sintoniza com a miséria dos homens e com a misericórdia do seu Salvador.
2668. A invocação do santo Nome de Jesus é o caminho mais simples da oração contínua. Muitas vezes repetida por um coração humildemente atento, não se dispersa num «mar de palavras», mas «guarda a Palavra e produz fruto pela constância». E é possível «em todo o tempo», porque não constitui uma ocupação a par de outra, mas é a ocupação única, a de amar a Deus, que anima e transfigura toda a acção em Cristo Jesus.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Regra de Oração de São Teófilo, O Recluso (Monge Russo)


 

www.interreligo.com / tradução: Ana Trivellato)
Regra para a oração, para quem está no caminho de uma vida para servir à Deus.
Memorizar o Salmos.
Substituir as preces longas pelas curtas.
O rosário de oração.

Você pergunta sobre uma regra de oração. Sim, é bom ter uma regra de oração devido à nossa fraqueza para que, por um lado, não nos rendamos à nossa preguiça, e por outro, limitemos nosso entusiasmo à sua medida adequada. Os maiores praticantes de oração seguiam uma regra de oração. Eles sempre começavam com preces já existentes e se, durante o curso das mesmas, uma prece se sobressaísse, eles deixariam de lado as outras e rezariam tal oração [a da prece que se sobressaiu]. Se isto é o que os grandes praticantes faziam, há todas as razões para que o façamos também. Sem preces estabelecidas, nós não saberíamos rezar, absolutamente. Sem elas, seríamos deixados inteiramente sem preces.
Contudo, as pessoas não têm que fazer muitas preces. É melhor fazer um número menor, corretamente, do que apressar-se e fazer muitas, porque é difícil manter o calor do zelo quando são feitas em excesso.
Eu consideraria as preces matinais e noturnas inteiramente suficientes. Apenas tente, cada vez, conduzi-las com plena atenção e sentimentos que correspondam.
Para obter melhores resultados, dedique um pouco do seu tempo lendo as preces separadamente. Pense sobre elas e sinta-as para que, ao recitá-las na sua regra de oração, você perceba quais os pensamentos e sentimentos sagrados estão contidos nelas. A oração não significa, apenas, que as recitemos, mas que assimilemos seu conteúdo e as pronunciemos, como se saíssem de nossas mentes e corações.
Após ter analisado e sentido as preces, procure memorizá-las. Então, você não terá que manusear seu livro [de orações] e a luz [necessária à leitura] quando for a hora de rezar; tampouco você se distrairá por qualquer coisa que veja enquanto reza, podendo, mais facilmente, manter uma súplica mais conscienciosa para com Deus. Você verá por si o quanto isto ajuda. Manter o livro com você o tempo todo e em todos os lugares [na mente e no coração] é de grande importância.
Estando assim preparado, ao realizar a prece, tome cuidado para que sua mente não vagueie nem se renda à frieza e indiferença, esforçando-se a qualquer custo para manter sua atenção e para manter o calor do sentimento. Após recitar as preces, faça prostrações, quantas quiser, acompanhadas por uma prece para qualquer necessidade que você sinta, ou usando sua prece curta [sua pequena prece] de costume. Isto prolongará um pouco seu tempo de prece, mas seu poder aumentará. Você deve orar um pouco mais, especialmente no final, pedindo perdão por desvios sem intenção e colocando-se nas mãos de Deus o dia inteiro.
Você também deve manter uma atenção especial a Deus ao longo do dia. Para isso, como já foi mencionado mais de uma vez, há uma lembrança de Deus; e para lembrar-se de Deus há preces curtas. É muito, muito bom memorizar vários salmos, recitando-os enquanto se está trabalhando ou no intervalo entre tarefas, ao invés de preces curtas. Este é um dos mais antigos costumes cristãos, mencionado e incluído nas regras de São Pacômio e Santo Antão.
Depois de passar o dia desta maneira, você deve rezar mais diligentemente e com mais concentração à noite. Aumente suas prostrações e pedidos a Deus; depois de se posicionar com as mãos unidas (no Divino) novamente, vá dormir com a prece curta nos seus lábios e durma com ela ou recite um salmo.
Que salmos você deveria memorizar ? Memorize os que tocam seu coração ao lê-los. Cada pessoa encontrará um salmo que gere mais efeito para ela. Comece com “Tem piedade de mim, meu Deus” (Salmo 51 [50]); então “Bendize o Senhor, ó minh´alma”(Salmo 103 [102]); e o “Ó minh´alma, louva o Senhor” (Salmo 146 [145]). Estes dois últimos são os hinos antífonos na Liturgia. Há também salmos no Cânone para a Comunhão Divina: “O Senhor é meu pastor” (Salmo 23 [22]); “Ao Senhor, a terra e suas riquezas, o mundo e seus habitantes” (Salmo 24 [23]); “Eu amo o Senhor, pois Ele ouve a minha voz suplicante”(Salmo 116 [114-115]); e o primeiro salmo da vigília noturna, “Ó Deus, vem libertar-me” (Salmo 70 [69]).

Há os Salmos das horas e os semelhantes. Leia o Livro dos Salmos e selecione.

Após ter memorizado todos estes, você sempre estará plenamente munido de preces. Quando algum pensamento perturbador lhe ocorrer, apresse-se em abaixar-se diante do Senhor, tanto com uma prece curta, quanto com um dos Salmos, especialmente “oh Senhor, seja atencioso ao ajudar-me”, e a nuvem perturbadora irá se dispersar imediatamente.
Aí está tudo sobre uma regra para prece. Contudo, mencionarei mais uma vez que você deveria se lembrar de todas estas ajudas e a coisa mais importante é estar diante de Deus com a mente e coração, com devoção e prostração sincera a Ele.
Pensei em algo para lhe dizer! Você pode limitar a regra de oração inteira apenas a prostrações com preces curtas e preces com suas próprias palavras. Fique em pé e faça prostrações, dizendo “Senhor, tenha misericórdia”, ou qualquer outra prece, expressando sua necessidade ou louvando e agradecendo a Deus. Você deveria estabelecer tanto um número de preces quanto um limite de tempo para a prece, ou ambos, para que você não fique preguiçoso.
Isto é necessário porque há uma certa peculiaridade incompreensível a nosso respeito. Quando, por exemplo, saímos para alguma atividade, as horas passam como se fossem minutos. Quando rezamos, contudo, mal alguns minutos se passaram e parece que estivemos rezando por um tempo muito longo. Este pensamento não é prejudicial quando rezamos segundo uma regra estabelecida; mas quando alguém reza, fazendo prostrações com preces curtas, isto apresenta grande tentação. Isto pode pôr fim a uma prece que mal começou, deixando a falsa certeza de que ela foi feita devidamente. Então, os bons praticantes deveriam utilizar rosários de preces para que não se submetessem a essa auto-decepção. Rosários de preces são sugeridos para aqueles que desejam rezar usando suas próprias preces, que não as do livro. Eles são utilizados da seguinte maneira: diga “Senhor Jesus Cristo, tenha misericórdia de mim, um pecador”, e mova uma conta do rosário entre seus dedos. Repita a prece novamente e mova uma outra conta, e assim por diante.
Faça uma prostração em cada repetição da prece, como preferir, tanto parcial (com a cintura), como a completa (estendendo-se sobre o chão); ou, para as contas pequenas, faça a prostração da cintura e, para as maiores, faça a completa no chão. A regra em tudo isto consiste em ter um número definido de repetições de preces, com prostrações às quais são adicionadas outra preces, com suas próprias palavras. Ao decidir o número de prostrações ou preces, estabeleça um limite de tempo para que você não se engane e não se apresse ao executá-las. Se você terminar antes do esperado, poderá preencher o tempo fazendo mais prostrações.
O número de prostrações que devem ser feitas para cada prece é estabelecida ao final do livro de Salmos, com seqüências em duas categorias: uma para pessoas diligentes e outra para os preguiçosos ou ocupados. Os anciães que vivem hoje conosco em sketesou kellia especiais, em lugares como Valaam ou Solovki fazem toda sua prática dessa forma. Se você tiver vontade de conhecer, agora ou em outra ocasião, você pode executar sua própria regra de prece dessa maneira. Antes disso, contudo, acostume-se a fazê-lo da maneira prescrita para você. Talvez você não precisará de uma nova regra. De qualquer forma, estou lhe enviando um rosário de preces. Experimente! Anote quanto tempo você leva nas preces matinais e noturnas, então sente-se e recite suas preces curtas com o rosário e veja quantas voltas você deu no rosário durante o tempo geralmente necessário para a prece. Faça com que seja essa a medida para sua regra. Faça isto não durante seu horário de oração habitual, mas em qualquer outro momento, embora fazendo-o com a mesma atenção. A regra de oração é então conduzida desta maneira, levantando-se e fazendo-se reverências.
Depois de ler isto, não pense que eu vou te levar para um monastério. A primeira vez que ouvi a respeito de rezar com um rosário, foi de um praticante leigo, não de um monge. Muitas pessoas leigas ou monásticas rezam desta maneira. Deveria ser adequado para você também. Quando você está recitando preces que você memorizou e elas não te tocam, você pode, neste dia, rezar usando o rosário e fazer preces decoradas num outro dia. Desta forma as coisas vão melhorar.
Repito que a essência da prece é elevar a mente e o coração a Deus; estas pequenas regras são uma ajuda. Nós não podemos progredir sem elas, em função da nossa fraqueza. Que Deus te abençoe!

http://reporterdecristo.com/regra-de-oracao-de-sao-teofano-o-recluso-monge-russo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Quattro Catechesi sulla preghiera del Vescovo Teofane il Recluso

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I



In occasione della festività della Presentazione al Tempio della Vergine Santissima trovo opportuno presentarvi quattro catechesi sulla preghiera giacché in essa consiste la nostra attività principale in chiesa. Questa è il luogo della preghiera ed il terreno in cui essa si sviluppa. Perciò, per noi, entrare in chiesa significa avviarci allo spirito della preghiera. Il Signore si è compiaciuto di chiamare suo tempio il cuore dell’uomo. Entrandovi spiritualmente, noi ci presentiamo a Dio e suscitiamo in noi un moto di ascesa verso di Lui, simile al profumo che si leva dall’incenso. Cercheremo di apprendere come ciò si raggiunge. Raccogliendovi in chiesa, naturalmente, voi pregate, sebbene, compiendo in essa le vostre devozioni, certamente non le trascuriate a casa. Perciò potrebbe sembrare superfluo parlarvi del dovere che abbiamo di pregare, visto che voi pregate. Ma la realtà è ben diversa. Penso che non sia inutile indicarvi due o tre regole sul modo di pregare, che vi siano, se non d’insegnamento, almeno di avvertimento.

 

Quello della preghiera è il primo dovere di un cristiano. Se nella vita quotidiana è valido il principio: “Lo studio dura per tutta la vita”, esso si può applicare a maggior ragione alla preghiera, la cui azione non ammette discontinuità ed i cui gradi non conoscono limiti. Ricordo a questo proposito la saggia usanza degli antichi santi Padri, i quali, in occasione dei loro incontri, salutandosi s’informavano non della loro salute, né di altre cose, ma della preghiera. Si chiedevano a vicenda: “Come va, o, come procede la preghiera?”. L’attività della preghiera era per loro segno della vita spirituale ed essi chiamavano l’orazione respiro dello spirito. C’è il respiro fisico che prova che l’uomo vive, poiché quando viene meno il respiro, viene meno anche la vita. Così avviene anche nella vita spirituale: se c’è la preghiera, vive lo spirito; se questa è assente, non c’è neppure vita spirituale.

 

Tuttavia non sempre preghiamo quando recitiamo una preghiera o compiamo una devozione. Ad esempio, sostare davanti ad un’immagine sacra ed inginocchiarsi dinanzi ad essa non è ancora una preghiera, ma qualcosa di accessorio ad essa. Recitare a memoria le preghiere o leggerle da un libricino o ascoltarne la lettura fatta da un altro non significa pregare, ma è solo un modo o un mezzo per manifestare o far sorgere la preghiera. Essa, in sé, consiste nello sbocciare continuo nel nostro cuore di sentimenti di devozione a Dio, di sentimenti di umiltà, di dedizione, di gratitudine, di lode, di perdono, di intima adesione, di penitenza, di sottomissione alla volontà di Dio, ecc... Noi dobbiamo preoccuparci insomma che durante le nostre preghiere questi sentimenti, o altri ad essi analoghi, penetrino nella nostra anima, affinché, mentre leggiamo le preghiere o ne ascoltiamo la lettura e compiamo prosternazioni, il cuore non sia vuoto, ma sia informato da qualsiasi sentimento rivolto a Dio. Allorché sono presenti questi sentimenti, la nostra preghiera è veramente tale, mentre quando mancano, la preghiera non sussiste ancora.

 

Sembrerebbe che non ci sia cosa più semplice e più naturale per noi della preghiera o del volgere a Dio il nostro cuore. Eppure né in tutti né sempre si verifica questa condizione. Dobbiamo farla sorgere in noi e rafforzarla, oppure, il che è lo stesso, dobbiamo educare in noi lo spirito della preghiera. Il primo metodo da seguire consiste nel leggere o ascoltare una preghiera letta da altri. Compi le devozioni in modo conveniente e sicuramente risveglierai e rafforzerai l’elevazione del tuo cuore a Dio, o entrerai nello spirito della preghiera.

 

I nostri libri di devozione contengono le orazioni dei Santi Padri, Efrem Siro, Macario l’Egiziano, Basilio il Grande, Giovanni Crisostomo e di altri grandi maestri della preghiera. Poiché costoro erano pervasi dallo spirito della preghiera, essi esposero con parole ciò che questo spirito suggeriva loro e l’hanno trasmesso a noi. Dalle loro parole promana una grande forza di preghiera e chi con attenzione ed impegno interiore penetra in esse, per effetto della legge della reciprocità, inevitabilmente diviene partecipe di questa forza nella misura in cui il suo stato d’animo si avvicina al contenuto della preghiera. Per fare delle nostre devozioni uno strumento effettivo dell’educazione alla preghiera, è necessario che sia la mente che il cuore ne accolgano il contenuto. A questo proposito indicherò tre semplicissimi metodi: non iniziare le tue devozioni senza una, sia pur breve, preparazione; non compierle in qualsiasi modo, ma con attenzione e sentimento; infine non passare subito, dopo aver terminato le preghiere, alle occupazioni normali.

 

Ammesso pure che per noi la preghiera sia un’attività del tutto abituale, tuttavia ad essa deve precedere una preparazione. Che cosa c’è di più abituale della lettura e della scrittura per coloro che sanno leggere e scrivere? Ciononostante, quando ci sediamo per leggere o per scrivere, non iniziamo immediatamente questo genere di attività, ma indugiamo qualche minuto, per lo meno quanto basta per metterci in una posizione comoda. A maggior ragione è necessaria prima della preghiera una preparazione adatta ad essa, specialmente quando l’attività precedente era di un genere del tutto diverso. Pertanto, accingendoti alla preghiera, sia di mattina che di sera, fa una breve sosta, sedendoti o camminando, e sforzandoti in questo lasso di tempo di allontanare la mente da tutti i pensieri e da tutte le occupazioni di questa terra. Pensa poi chi è Colui al quale stai per rivolgerti con la preghiera e chi sei tu che stai per iniziarla, in modo che la tua anima stia davanti a Dio in uno stato di volontaria umiliazione e di rispettosa paura. In questo atteggiamento rispettoso di fronte a Dio consiste la preparazione; è poca cosa, ma non priva d’importanza. È questo il principio della preghiera ed un buon principio è già metà dell’opera.

 

Dopo aver assunto questo atteggiamento interiore, mettiti dinanzi ad un’immagine sacra e, dopo esserti inchinato alcune volte di fronte ad essa, comincia la solita preghiera: “Gloria a te, Dio nostro, Gloria a te” – “Re del Cielo, Paraclito, Spirito di verità, vieni e prendi dimora in noi…”, ecc… Non leggere in fretta, penetra in ogni parola e porta al cuore il significato di ogni termine, accompagnando la lettura con inchini. In questo consiste la lettura della preghiera, gradita a Dio ed apportatrice di frutti. Penetra in ogni parola e porta sino al cuore il senso di ogni termine, insomma cerca di comprendere quello che leggi e di sentire quello che comprendi. Non c’è alcun bisogno di altre regole. Questi due criteri – l’intelligenza ed il sentimento –, quando si realizzano nel modo dovuto, rendono la preghiera pienamente degna e le comunicano un effetto fecondo. Se leggi le parole della preghiera: “purificaci da ogni turpitudine”, sforzati di sentire la tua miseria, desidera la purezza e, pieno di speranza, chiedila al Signore. Quando leggi le parole: “E rimetti a noi i nostri debiti come noi li rimettiamo ai nostri debitori”, perdona nel tuo intimo a tutti e, con il cuore che ha perdonato tutto a tutti, chiedi a Dio perdono per te. Se leggi: “Sia fatta la tua volontà”, nel tuo cuore affida al Signore la tua sorte e manifesta la tua incondizionata prontezza di accettare tutto ciò che al Signore piacerà di mandarti. Se procederai così con ogni frase delle tue preghiere, queste saranno recitate in forma conveniente.

 

Per compiere le tue devozioni con maggior frutto, eccoti alcuni consigli: 1. Proponiti un determinato numero di preghiere[1], con l’approvazione del tuo padre spirituale, che non sia grande, ma tale che lo possa recitare senza fretta nell’ambito dei tuoi impegni quotidiani; 2. Prima di pregare, nei momenti liberi getta uno sguardo alle tue preghiere giornaliere, afferra con la mente il pieno significato di ogni parola e sforzati di sentirla, in modo da sapere precedentemente ciò che devi avere nell’anima ad ogni parola e sforzati di sentirla, in modo da sapere precedentemente ciò che devi avere nell’anima ad ogni parola. Sarà ancor meglio, se imparerai a memoria le preghiere fissate per ogni giorno. Se farai ciò, ti sarà ancora più facile comprendere e penetrare nel senso delle preghiere. Rimane una difficoltà: il pensiero distratto volerà sempre ad altri argomenti. Perciò è necessario questo terzo consiglio: 3. Dobbiamo sforzarci di mantenere desta l’attenzione, sapendo in precedenza che il pensiero cercherà di sfuggire. Poi quando durante la preghiera esso si distrarrà, richiamalo; sfuggirà di nuovo, di nuovo richiamalo. E così ogni volta. Ma allorché la lettura sarà fatta con distrazione – cioè senza attenzione e sentimento –, non dimenticare di ripeterla.

 
Finché il tuo pensiero non si sarà concentrato su un passo, rileggilo più volte e così riuscirai a penetrarvi con la mente ed il sentimento. Se supererai una volta questa difficoltà, essa forse non si presenterà successivamente, oppure non si presenterà con tale forza. Così dobbiamo comportarci, quando il pensiero sfugge o si distrae. Ma può verificarsi il caso che una parola talmente influisca sull’anima, che questa non si senta di andare oltre nella preghiera e, sebbene la lingua continui a leggere, il pensiero ritorna a quel passo che ha esercitato un effetto così profondo sull’anima. In questo caso vale questo quarto consiglio: 4. fermati e non leggere oltre; trattieni l’attenzione e il sentimento su quel passo, nutri con esso la tua anima o con quei pensieri che esso farà sorgere in te. E non allontanarti da questo stato; anzi, se ti mancasse il tempo, è meglio lasciare incomplete le preghiere, ma non distruggere questo stato d’animo. Esso ti accompagnerà e proteggerà forse anche per tutto il giorno come l’Angelo Custode! Effetti benefici di questo genere sull’anima durante la preghiera indicano che il suo spirito comincia a mettere radici in noi, per cui la conservazione di questo stato è il mezzo più utile per educare e rafforzare in noi lo spirito della preghiera.

 

Infine, quando termini le tue preghiere, non passare subito a qualsiasi altra occupazione, ma, sia pur brevemente, trattienti e pensa che cosa è avvenuto in te ed a che ti obbliga. Cerca di conservare anche per il tempo successivo, se ti è stato concesso di sentire qualcosa nel tuo animo durante la preghiera. Del resto, se uno ha recitato le sue preghiere con cura, non vorrà egli stesso passare subito ad altre occupazioni. Questa è la caratteristica propria della preghiera! Ciò che i nostri antenati dissero di ritorno da Costantinopoli: “Chi ha gustato il dolce, non vorrà l’amaro”, si verifica anche in quanti hanno bene pregato. Né si deve dimenticare che il gustare la dolcezza della preghiera è il fine della preghiera e che se le orazioni educano lo spirito della preghiera, ciò avviene proprio grazie a questo gusto.

 

Se metterete in pratica questi brevi consigli, ben presto vedrete il frutto dei vostri sforzi, nella preghiera. E chi ad essi si attiene anche senza seguire questa indicazione, naturalmente già gusta di questo frutto. Ogni preghiera lascia una traccia nell’anima; la sua continuazione ininterrotta nello stesso ordine la radicherà, mentre la sopportazione di questo sforzo produrrà anche lo spirito della preghiera. Che il Signore ce lo conceda per le preghiere della purissima nostra Signora Madre di Dio!

 

Io vi ho così indicato il primo, ed iniziale, metodo con cui educare lo spirito nella preghiera, cioè il compimento della preghiera conformemente al suo fine, a casa di mattina e di sera e qui in chiesa. Ma non è ancor tutto. C’è un altro metodo ed io, se Dio lo vorrà, ve lo indicherò domani.

 

21 novembre 1864

http://www.tradizione.oodegr.com/tradizione_index/insegnamenti/catechesisullapregteofane.htm

sábado, 27 de agosto de 2011

LA PRIÈRE DE JÉSUS [1] par Père CHRISTOPHOROS KLITOU


LA  PRIÈRE DE JÉSUS [1] par Père CHRISTOPHOROS KLITOU

La prière de Jésus est une prière simple utilisée tout au long de la journée pour garder notre esprit en Dieu, accomplissant ainsi l’injonction de Saint Paul : "Priez sans cesse". (1 Thess. 5:17). On la répète sans cesse, des centaines de fois tout au long de la journée et de la nuit, jusqu'à ce qu’elle devienne durablement implantée dans le cœur comme une "source jaillissante", une présence continue dans l'âme, un cri permanent vers le Seigneur. Elle est souvent, mais pas nécessairement, liée à la respiration, si bien qu'elle est prononcée (saint Grégoire le Théologien, saint Jean Chrysostome) "à chaque respiration." 

Il y a différentes étapes de la Prière de Jésus
On commence par la dire à haute voix, puis silencieusement avec les lèvres, puis avec l'esprit et puis en joignant l'esprit au cœur, la dernière étape est le don de la grâce qui a sa demeure dans le cœur. On peut continuer cette "prière incessante", même dans les activités normales de la vie, lorsqu’on lit ou écrit, et même pendant le sommeil, de telle sorte que le "corps dort", mais "le cœur veille." Puis, quand on se réveille, on constate que la prière continue par elle-même. C'est bien sûr dans le stade avancé de la prière.

Le choix de ce verset particulier "Seigneur Jésus-Christ, Fils de Dieu, aie pitié de moi pécheur" a un sens théologique et spirituel.
Tout d'abord, il est centré sur le nom de Jésus, car c'est le nom de celui que «Dieu a élevé," (Actes 5:31) le nom donné au Seigneur par Dieu lui-même (Luc 1:31), le "Nom qui est au dessus de tout nom." (Philippiens 2:9)
"Car il n'y a pas d'autre nom donné parmi les hommes, par lequel nous devions être sauvés." (Actes 4:12)
Toute prière pour les chrétiens doit être effectuée au nom de Jésus: "si vous demandez quelque chose en mon nom, je le ferai." (Jean 14:14)
La prière est adressée à Jésus comme Seigneur et Christ et Fils de Dieu car c'est le centre de toute la foi révélée par Dieu dans l'Esprit.
Que Jésus est le Christ, et que le Christ est le Seigneur est l'essence de la foi chrétienne et le fondement de l'Église chrétienne. Croire et proclamer ceci est accordé par le Saint-Esprit. "Personne ne peut dire que Jésus est le Seigneur si ce n’est par le Saint-Esprit." (I Corinthiens 12:3) «afin… que toute langue confesse que Jésus Christ est le Seigneur à la gloire de Dieu le Père." (Philippiens 2:11)

La deuxième partie de la prière: «Aie pitié de moi pécheur» est la prière du publicain. Lorsque elle est prononcée avec une humble conviction elle apporte la justification divine. (Luc 18:9-14) De manière générale, la miséricorde divine est ce dont l'homme a le plus besoin. C'est pour cette raison qu’on trouve partout d’innombrables répétitions de la demande de la miséricorde du Seigneur dans les prières de l'Église.

Mais prier sans cesse est plus facile à dire qu'à faire. Comment peut-on commencer à s’entraîner soi-même à conserver le souvenir de Dieu toute la journée et pour finir toute la nuit ?

Le débutant devrait prendre les choses très lentement au début, en établissant dans son emploi du temps quotidien un temps donné qu'il va utiliser pour sa prière quotidienne. Chaque personne désirant vivre la vie spirituelle doit avoir sa propre règle de prière. Elle doit être brève et régulière, telle qu'elle puisse être maintenue dans toutes les conditions et les circonstances. Dans cet ensemble de règles de prière, les prières de l'Église doivent être utilisées, la prière du Seigneur et celles du livre de prières.

Les temps de prière sont très importants, et ne devraient pas négligés pour une quelconque raison , même lorsque l'on prie continuellement dans son cœur. Tel est l'enseignement et la pratique des saints. Cela donne de la discipline dans la prière et fournit une instruction et une inspiration dans la prière qui sont parfaitement dignes de confiance, solides et dont la puissance a été démontrée dans la vie des saints. Dans le temps de prière qui a été fixé on peut introduire la prière de Jésus en la disant à haute voix avec les lèvres. Au début, le novice doit réduire au minimum et peut-être se limiter à seulement une centaine de prières pour commencer. Pour tenir le compte de la prière un komboskini (ou tchotki) devrait être utilisé. Le komboskini normal est une corde de prière (chapelet) comportant 100 nœuds. Le komboskini est également une aide pour se concentrer sur la prière. Pendant la prière, il est important de se détourner de nos habituels soucis et préoccupations, rassembler nos pensées dispersées, pour ainsi dire fermer la porte de l'âme contre tout ce qui est mondain, et de diriger toute notre attention vers Dieu. Puis, sans hâter la prière, essayer de rester concentré sur la prière en essayant d'être attentif à chaque mot qui sort de la bouche. Vous pourrez remarquer que même après seulement quatre ou cinq récitations de la prière, l'esprit a déjà perdu sa concentration sur la prière et a commencé à vagabonder et à penser à d’autres choses qui paraissent importantes. Cela est naturel et prévisible à ce stade. C'est l'étape du débutant. Il faut du temps, de la pratique et de la croissance pour maîtriser la science de la prière, nous ne pouvons pas attendre d'un enfant qu’il agisse comme s’il était diplômé de l'université. Quand nous sommes débutants, nous devons faire face à des difficultés et faire des erreurs. Nous allons prier d'une manière imparfaite. Donc, ayant cela à l'esprit, il ne faut pas perdre espoir ni courage si l’on ne parvient pas à se concentrer, ni perdre tout intérêt à prendre l'habitude de la prière, mais il faut seulement rediriger son esprit vers la prière. Il y faut beaucoup de travail, de l’acharnement et de la persévérance comme le demande l’acquisition d’une maîtrise de n’importe quelle compétence. N'essayez pas de faire plus d'un komboskini (100 prières de Jésus) jusqu'à ce que vous vous soyez accoutumés à la prière. 

Pour le reste de la journée utilisez de courtes prières demandant à Dieu de bénir tout ce que vous faites. Par exemple, au réveil louez Dieu pour la nouvelle journée, remerciez-le de vous extraire du sommeil et demandez-Lui de bénir votre journée. Si vous avez une règle de prière pour le matin, faites vos prières et demandez-Lui de bénir votre petit déjeuner ou votre boisson du matin. Lorsque vous quittez votre maison pour aller travailler, demandez-Lui de bénir votre départ et de veiller sur votre retour. Quand vous montez dans votre voiture demandez-Lui de bénir votre voyage, quand vous commencez votre travail demandez-Lui de bénir votre tâche et votre lieu de travail. Demandez-Lui de bénir et d'éclairer vos collègues de travail qui travaillent à côté de vous, vous ne rencontrerez pas de problèmes d'humeur ni de stress lié à la jalousie. En fait, en tout nous devons d'abord demander à Dieu de bénir nos actions et de cette manière nous allons prendre l'habitude de nous souvenir de Dieu toute la journée. Il s'agit d'une forme de prière incessante et qui peut facilement être adaptée à notre vie. Lorsque nous avons maîtrisé ce stade, nous pouvons alors passer à l'étape suivante et dire la prière de Jésus, non seulement au moment que nous avons fixé pour la prière, mais à chaque occasion où nous n'avons pas à nous concentrer sur notre travail. Par exemple lors de notre pause café et au moment des repas ou si notre travail ne mobilise pas notre esprit, ou sil ne demande pas de concentration, ce sont alors d'excellentes occasions pour s'exercer à dire la prière. Dans ces moments la prière doit être dite silencieusement sinon les gens vont penser que quelque chose ne tourne pas rond chez vous. Peu à peu, vous remarquerez une différence en vous-mêmes. Vous vous verrez récitant la prière sans même avoir conscience de la prière. La prière deviendra alors une partie de votre vie et bientôt vous vous demanderez comment vous avez vécu sans elle. 

  • et lire le texte fondamental de Geronda Placide ci-dessous :
 >> Prière de Jésus et prière du coeur - par l'archimandrite Placide (Deseille)


LA  PRIÈRE DE JÉSUS [2] par Père CHRISTOPHOROS KLITOU


La prière de Jésus est essentiellement utilisée de trois manières différentes.
D'abord comme verset utilisé pour la «prière du cœur», en silence, dans la méthode de la prière hésychaste. Deuxièmement comme prière continuelle mentale et incessante des fidèles en dehors de la tradition hésychaste, selon la méthode que nous avons décrite plus haut, et troisièmement, en tant que prière brève utilisée pour éloigner les tentations. Bien sûr, dans la vie réelle d'une personne ces trois utilisations de la prière sont souvent en interrelation et associées.
La deuxième utilisation de la prière de Jésus (en dehors de la méthode hésychaste pour la prière incessante) est de répéter la prière sans cesse et sans cesse, quelle que soit notre activité, sans employer de postures corporelles ou de techniques de respiration particulières.


C'est la méthode enseignée par saint Grégoire Palamas, dans son discours sur la prière mentale courte incessante qui est le devoir de tous les chrétiens. Tout le monde peut la faire, quelle que soit sa profession ou sa position dans la vie. Ceci est également montré dans le livre "La voie du Pèlerin russe ", que tout pratiquant sérieux de la Prière de Jésus doit lire.
Le but et les résultats de cette méthode de prière sont ceux généralement de toute prière: pouvoir être continuellement uni à Dieu par le souvenir incessant de sa présence et l'invocation continuelle de son nom.

La troisième méthode d'utilisation de la prière de Jésus vise à être toujours prêt pour les moments de tentation. De cette façon, comme dit Saint Jean Climaque, vous pouvez "fouetter vos ennemis" –c’est à dire les tentations – avec le nom de Jésus, car il n'est pas d’arme plus efficace dans le ciel ou sur terre." (L'échelle du Paradis, étape 21 ) Quand on pratique la "prière du cœur" incessante, lorsque les tentations du péché entrent dans le cœur, elles sont accueillies par la prière et sont vaincues par la grâce.


Mais pour revenir à la première méthode, l'utilisation de la prière de Jésus dans la méthode de prière hésychaste appelée "prière du cœur" cela nécessite toujours et sans exception les conseils d'un guide spirituel. Il ne faut en effet pas utiliser cette méthode en étant dépourvu d’une authentique humilité, d’une bonne santé mentale, et de toute la sagesse et la paix requises. Utiliser cette méthode sans être guidé, ou sans humble sagesse, c'est courir à coup sûr au désastre spirituel, de par les tentations nombreuses qui l’accompagnent habituellement. Elle est généralement utilisée avec les aides qui favorisent la concentration de la prière. On est assis sur un banc dans l'obscurité totale ou à la seule lumière d'un cierge ou d’une veilleuse, la tête baissée et les yeux dirigés vers sa poitrine. On répète sans cesse la prière à chaque respiration, plaçant son « esprit dans son cœur» par l'attention concentrée. Ainsi, lors de l’inspiration on dit la première partie de la prière: «Seigneur Jésus-Christ, Fils de Dieu» et lors de l’expiration on dit la deuxième partie « aie pitié de moi pécheur. » Respirer de cette façon permet de se concentrer sur les mots de la prière en gardant l'esprit près de la région du cœur et devient vite conscient du rythme des battements cardiaques qui à leur tour l'aide rythment la prière. Très rapidement la personne sent son cœur se réchauffer peu à peu jusqu’à le sentir comme en feu. Dans cet état, on peut trouver une douceur ineffable envahissant son âme. Nous ne devrions cependant pas rechercher cette douceur car de telles consolations ne sont pas toujours d'origine divine. Nous devrions plutôt louer Dieu que la prière soit devenue une bénédiction dans notre vie chrétienne. C'est en fait une étape très naturelle de la prière que beaucoup de gens interprètent mal comme la grâce de l'Esprit Saint. Ils deviennent enflés d'orgueil, pensant qu'ils ont réussi en peu de temps tout ce que de nombreux moines ne réalisent même pas dans une vie entière de prière. La grâce de Dieu ne vient pas en utilisant des méthodes mécaniques de concentration. C'est pourquoi les Pères ne cessent de nous avertir des dangers de ces techniques qui ne devraient être tentées qu’avec les conseils d'un père spirituel expérimenté dans la prière du cœur. L'évêque Théophane (1815-1894) dit que les postures corporelles et les techniques de respiration ont été pratiquement interdites en son temps car, au lieu d’obtenir l'Esprit de Dieu, les gens ne réussissaient qu'à «ruiner leurs poumons." (L'art de la prière, Higoumène Chariton) Ainsi,les aides mécaniques ou les techniques mentales ne sont pas du tout nécessaires. Ce qui est important, c'est de prier avec humilité, sans attendre de récompense. Au moment opportun Dieu intensifiera et renforcera votre prière et au moment où Dieu le permettra, à la prière deviendra automatique. Sans effort la prière se répètera dans votre cœur sans que vous puissiez faire autrement et non seulement lorsque vous serez éveillé, mais aussi pendant votre sommeil. Car, comme il est dit dans l'Écriture Sainte: «Je dors, mais par cœur veille » (Cantique des Cantiques 5: 2) Cette étape est accompagnée de larmes, pas des larmes sentimentales, mais les larmes incontrôlables du repentir. Et les larmes sont nécessaires comme partie intégrante de la vraie prière. Elles purifient le cœur de toutes les souillures que le Christ dit cachées dans le cœur et les remplace par l'amour de Dieu et de toute la création. Avec un cœur pur, Dieu peut maintenant y élire sa demeure. C'est la dernière étape de la prière. La grâce du Christ vit dans le cœur. Nous devenons la demeure de Dieu, Il vit en nous et nous devenons le temple de Dieu, et le souvenir de Notre Seigneur n'est pas perturbé par les soucis terrestres, et l'esprit n’est pas distrait par des pensées soudaines. C'est alors le royaume de Dieu dont le Christ a dit qu’il est en nous. Cette étape est liée à la vision de la Lumière incréée que nous lisons dans la vie des saints, mais elle n'est pas réservée seulement aux grands saints. Nous sommes tous appelés à être saints et la prière incessante - la prière du cœur de l'Église orthodoxe a depuis deux mille ans prouvé que son usage correct peut ouvrir les portes du Royaume à tous ceux qui le cherchent.
http://priere-orthodoxe.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Comunione e solitudine: conflitto o armonia? (Metropolita Kallistos Ware)

Archive for the ‘Kallistos Ware – Metropolita di Diokleia’ Category

Comunione e solitudine: conflitto o armonia? (Metropolita Kallistos Ware)

La Preghiera del Cuore


 parte prima

Dal cuore nascono impulsi insondabili come pure i sentimenti, gli stati d'animo e i desideri consci. [...] il cuore ha le sue ragioni ed e' il centro della percezione e della comprensione.  [...] il cuore e' la sede della volonta': esso fa progetti e perviene a decisioni giuste.  Il cuore, quindi, e' l'organo centrale e unificante della nostra vita personale.  Il nostro cuore determina la nostra personalita' ed e' [...] luogo della preghiera.  La preghiera del cuore e' una preghiera che si rivolge a Dio dal centro della persona e, quindi, coinvolge la nostra umanita' nella sua totalita' e integrita'. [...]  Percio', la preghiera del cuore e' la preghiera della verita'. [...] E' questo cuore pieno di pace che attirera' coloro che brancolano alla ricerca della loro strada nella vita.
[Henry J.M. Nouwen, La via del cuore - la spiritualita' del deserto, Queriniana, Brescia, 2000]

La Preghiera del cuore, parte seconda

La preghiera del cuore si fonda sul silenzio, sulla quiete (hesychia).  E' un riposo in Dio in mezzo ad una lotta quotidiana molto dura.  La preghiera e' parola che porta frutto, e' parola che emerge dal silenzio ed in esso ritorna.  Il silenzio ci rende pellegrini, custodisce il nostro fuoco interiore e ci insegna a parlare, quindi a creare.
"Il silenzio e' una qualita' del cuore che puo' restare con noi anche mentre stiamo parlando con gli altri." [H. J. M. Nouwen, La via del cuore - la spiritualita' del deserto, Queriniana, Brescia, 2000]
La preghiera del cuore si fonda su tre elementi principali:
1) E' breve - e' semplice ripetizione di un'unica parola o frase
2) E' incessante - con la ripetizione, la preghiera entra nel cuore, si fa respiro
3) E' onnicomprensiva - tutto cio' che e'  in noi si trasforma in preghiera.
Per fare un esempio... "Il Signore e' il mio pastore", se ripetuto molte volte, infonde un senso di sicurezza, di protezione.  La preghiera diventa parte integrante di noi, ci crediamo senza farci troppe domande.
Spero che questi due post sulla preghiera possano ispirarvi.  Vi saluto con un pensiero di Teofane il recluso:
"Pregare e' discendere con la mente nel cuore e qui continuare a restare dinanzi al volto del Signore, onnivegente, dentro di te."


Una bellissima icona moderna del Santo Volto

http://sacredpath.splinder.com/post/7619705/la-preghiera-del-cuore-parte-seconda

0bras deTeofane il Recluso

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Sulla libertà, l'apertura e lo zelo dell'uomo rispetto all'azione della Grazia (Teofane il Recluso)


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Preghiera mentale (Teofane il Recluso)

La luce della Teofania

Diario della preghiera - parte I

Una vita di preghiera ovvero preghiera e virtù (Teofane il Recluso)